Ele gostava de me olhar voltar da escola.
Costumava ficar no bar da esquina todas as tardes,
muitas vezes ele amanhecia o dia por lá.
Era um homem bonito, atraente, devia ter os seus 45 anos,
casado e pai de uma grande amiga minha.
Ela nunca voltava comigo porque fazia aula de piano e sempre
depois das aulas já tinha este compromisso marcado.
Na minha cabeça se passavam mil e uma possibilidades.
Eu me sentia atraida por ele é fato mas não sabia direito o que era
desejo, sexo, instinto...
Um dia ele me chamou e perguntou se podia me acompanhar até em casa.
Meio tonta aceitei.
Logo de cara ele me disse que adorava ver meus seios atrás do soutien,
que a maneira como eu balançava meus quadris mexia com ele.
Disse também que me cobiçava e que eu seria uma mulher belissima.
Relatou que essa admiração havia aparecido depois de uma cruzada de pernas
que dei na festa de aniversário da filha.
Me prguntava se eu me masturbava, se meus amigos e namoradinhos me bulinavam,
se eu os deixava tocar meus seios, coisas estaparfúdias de se ouvir.
Eu apressava os passos,mas sentia que minha calcinha estava molhada,
e que eu estava de uma certa maneira gostando daquilo tudo.
Ele me segurou pelo braço olhou para minha bunda e disse que eu andava como
um leoa no cio, que o homem que soubesse domar a fera que morava dentro de mim
encontraria a chave de um tesouro valiosissimo.
Chegando a porta da minha casa, ele me pediu uma coisa, pediu que eu sempre usasse
batom vermelho quando voltasse da escola, e que ao passar em frente ao bar, passasse a
lingua nos lábios e desse uma mordidinha no lábio inferior.
Virou as costas e foi para a casa dele,
Depois deste dia ele nunca mais me falou nada, nunca mais levantou e me olhou quando
eu passava da escola, me cumprimentava de uma maneira fria quando me encontrava na sua casa,
ele definitivamente havia mudado.
Eu sentia falta não posso negar.Eu me sentia mais mulher quando aqueles olhos verdes me seguiam
até me perderem de vista,eu realmente balançava os quadris para ele.
Demorei muito para passar o batom vermelho nos lábios, não encontrava coragem para fazer
o que ele tinha me pedido.
Um dia passeando pelo shopping comprei o tal batom. Em casa o passava nos lábios e fazia
caras e bocas no espelho, pensando nele lógico.
O carregava comigo sempre,mas por mais que treinasse em casa,não o usava para ele ver.
Até um dia em que resolvi tomar coragem e encarar de frente aquele pedido dele.
Neste dia enrolei o cós da saia e deixei ela bem curta , amarrei a camisa da escola e deixei meu
umbigo aparecer,estava bem piriguete mesmo, hahhahahaha,,,,....
como sabia que ele não me daria bola, resolvi comprar um pirulito e cereja e entrar no bar para
comprar um refrigerante.
Quando entrei ele estava de costas, outros me olharam, enquanto eu balançava bem a minha bunda,
fui andando em direção ao balcão e encostei na bancada pedindo o refrigerante.
Então dei um beliscão no traseiro dele e quando ele virou eu tirei o pirulito da boca, passei a lingua nos
lábios, e mordi o lábio inferior lambendo o pirulito em seguida e o colocando na boca.
Ele ficou perplexo,sem reação nenhuma, mas aquilo foi um sinal de aprovação.
Nunca mais usaria o tal baton, mas aquela história toda acendeu em mim uma chama ardente.
Depois daquela conversa eu nunca mais seria a mesma.
Ahhhhhhhh, se ele tivesse aquela conversa comigo hoje...
Sinto saudades daquele tempo, daqueles olhos, daquele homem pervertido...